| Peso | 603 g |
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| Dimensões | 2 × 17 × 25 cm |
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No Caminho De Swann
R$15,00
- Autor: Marcel Proust 1871-1922
- Editora: Abril Cultural
- Tradução: MARIO QUINTANA
- Qtd. Páginas: 247
- Código Estoque: 171757B
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Primeiro volume do monumental ciclo Em busca do tempo perdido, esta narrativa se divide em três partes quase autônomas, embora a última sirva como uma espécie de amálgama do urdido. O Autor consegue uma prosa, em um estilo originalíssimo, no qual importa muito mais as sugestões sensorialista que propriamente dito discurso da história, controle uma coleção da alta sociedade francesa, às protagonistas ancoram a um só tempo fascinado e desencantado com o ambiente que lherequesta e desereve. A primeira parte do livro, “Combray”, é uma belíssima recitação da infância do narrador na aldeias onde a família passava férias, quando emerge uma adoção observada pela família (“Vosso que gosto em não dever tudo uma para pedir toda a noite nos braços de mame!” (p. 110). Escreve a primeira pessoa, no momento em que “(…) a vida vai ager mais é mais emmodecendo em redor de mim (…)” (p. 27), a evocação do passado nasce de uma sensação provocada pelo gosto de uma madalena “(…) o bolinhos pequeno (…) com percurso tobilhos da valva estriada de uma concha de S. Thiago” (p. 31) -, ofereçida pela mãe do protagonista, estão adulto, o que acaba Combray. La, descrobe uma vocação para a literatura – “Tem uma bela alma, de qualidade rara, uma natureza de artista, não a deixes em falta do que lhe é preciso”, vaticina Legrandini, um engenheiro “(…)” para lhe servir um literato (…)” (p. 62), bem também escritor: forma uma série de amizade; quando vê, de longe, a amiga da filha do velho professor de piano, Sr. Vinteuil, cuspir no retrato deste, recém-falecido, antes de manterem relação sexual (p. 97-100); e conhece Charles Swann. A patética paixão de Swann, de uma artista de financeiras, pela condessa Odette de Crécy ocupa a segunda parte do livro, “Um amor de Swann”, na qual o narrador da primeira parte assume uma terceira pessoa consciente. Swann, ate conhece Odette, era um “puro mundano”, que “(…) não procurava achar boantas as mulheres com quem passara a noite, nem o tempo para mul

