| Peso | 358 g |
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| Dimensões | 3 × 14 × 21 cm |
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A Orgia Perpetua – Flaubert E Madame Bovary
R$30,00
- Autor: Mario Vargas Llosa
- Editora: Francisco Alves
- Coleção: Latino-america
- Tradução: REMY GORGA FILHO
- Qtd. Páginas: 198
- Código Estoque: 17989A
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Há, de um lado, à impressão que Ema Bovary deixa no leitor que pela primeira (segunda, décima vez) lê dela aproxima-se a angústia, a inquietação, o desesperar. De outro, o que constituiu o romance em si mesmo é que não é a história que, as forças de que se vale, a maneira como se taz tempo e linguagem, funcionalmente, o u o romance significar, não em relação a algum opções é escolher uma forma de crítica. A primeira, individual e subjetiva, preocupa-se no passado, o seu defendores chamam-ção de regras universais, embora, é claro, à ídolo das regras vem segundo o crítico (positivamente, marxista, estilístico, formalismo, combinação). A terceira relaciona-se mais à história da literatura que à crítica propriamente dita.
Em realidade, os críticos de todos os tempos tem utilizado as perspectivas de uma só vez. A diferença apoía-se em que cada época, pessoa e tendência pde se enfase, a atenção dominante em uma delação, que julga a partir da obra sensibilidade, acomodação de regras universais. O contemporâneo que o seu rato apenas na escolha do tema de seu estudo – por sua subjetividade. É, de outro a ferida que em seu espírito esse obra particular. E, de outro a ferida que em seu espírito esse obra particular.

