desde 1987

antologia da crônica do sertão

R$50,00

LIVRO
  • Autor: Varios Autores
  • Editora: a uniao
  • Qtd. Páginas: 255
  • Isbn: 9786587055077
  • Código Estoque: 38549A
  • Estado de Conservação: Condição geral: bom, conserva-se em boas condições para o manuseio da leitura em relação ao ano de publicação. Capa/Contracapa: com leves desgastes. Folha de rosto: com assinatura do antigo dono. Páginas: conservadas..
  • 1 em estoque

    Peso 420 g
    Dimensões 1 × 16 × 24 cm
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    A crônica é, sem dúvida, um dos mais populares gêneros literários professados no Brasil, desde os ataques à Inconfidência Mineira, quando resulta que o primeiro texto que se produziu em prosa foi em jornal. A coluna do Foro Vaz de Caminha e dirigia a El-Rei, relatando o que Cabral descuberta e “Coisas da Paraíba” com relação à terra – virtude ela é “informação” – a mata – vista do mar, (…) não podíamos ver senão terras com arvoredos e, as águas, claras e brandas e, finalmente, as coisas que habitavam o lugar – que eram pardos, todos nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse aos poucos, culminando a narrativa por produzir o fato do lugar, formada por terra graciosa e águas doces. Águas ás muitas, em se tudo isto, por bem dito águas que tem.

    Na fase colonial os cronistas multiplicam, de convolá, porém, com a história, descrevendo diferentes momentos da vida e, as vezes por caminhos diretos do cronista, por outras vezes reproduzindo relatos de terceiros, delineados a descrição e eventos, das lutas com os inimigos, muitos outros lanços da vida indígena, descobrindo pela comissões e de eventos, das lutas com os inimigos, muitos outros lanços da vida indígena, descobrindo pela comissões e de eventos, das narrativas de viagens, que foram, com certeza, um dos temas bem explorados pelos cronistas das épocas. Simone Ataíde, Jean de Léry, Pero Magalhães Gandavo, Fernão Cardim, Gabriel Soares de Souza, Claude d’Abbeville, Ambrósio Fernandes Brandão, e outros desta última – baluartes das costas do Brasil – teria sido escrita na Paratiba, onde o autor residiu por algum tempo e depois desta cronista publicada na revista.

    Em meados do século XIX, a crônica é o sem libertado da história e é em liberdade política e a paisagem urbana, derivando para o humor, o fato jocoso ou na traçados suburbanos, de que os jornais dão conta, quase que diariamente.

    SKU: 102051Categorias: Literatura Brasileira, LivrosLoja: Loja Centro
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