| Peso | 470 g |
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| Dimensões | 1 × 16 × 23 cm |
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Sátántangó
R$60,00
- Autor: László Krasznahorkai
- Editora: Companhia das Letras
- Edição: 1
- Tradução: Paulo Schiller
- Qtd. Páginas: 227
- Isbn: 9786559211159
- Código Estoque: 375629A
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Vencedor do Nobel de literatura 2025, um autor visionário e um romance implacável e fascinantemente sombrio.
Publicado na Hungria em 1985, Sátántangó é um romance monstruoso. A ação se concentra na chegada de um homem misterioso, que pode ser um profeta, um vigarista, ou o próprio demônio, a uma aldeia húngara onde a chuva não para de cair. Os habitantes do lugar, um elenco de desajustados e enlouquecidos (camponeses esfarrapados; um médico alcoólatra observando obsessivamente seus vizinhos; jovens perdidas num moinho destroçado; uma garota com deficiência tentando matar seu gato) descobrem em determinado momento que Irimiás, um homem a quem atribuem poderes extraordinários, e dado como morto, está a caminho do lugar, com seu companheiro, Petrina. Para esperá-los, reúnem-se numa taverna, espécie de porão do fim do mundo, onde discutem, bebem e dançam grotescamente ao som de um acordeão.
De braço dado com Kafka, Beckett e Walser, o vencedor do Nobel de literatura e do International Man Booker Prize László Krasznahorkai nos conduz por um lento fluxo de lava modernista, como se entrássemos e saíssemos de becos impossíveis. O cenário é e não é a Hungria sob o comunismo – o autor mantém tudo envolto nas brumas da abstração –, e a fé depositada na aparição de um líder salvador faz com que a obra não perca sua assombrosa atualidade. “É tudo diferente […] Não significa nada termos visto alguma coisa. Paraíso? Inferno? Mundo do além? Bobagem. Tenho certeza de que estamos enganados. E mesmo que a nossa imaginação não pare de funcionar, não chegaremos nem um pouco mais perto da verdade.”
“O mestre húngaro do apocalipse.” ― Susan Sontag
“Um dos artistas mais misteriosos em atividade.” ― Colm Tóibín
“A universalidade da visão de Krasznahorkai rivaliza com a de Almas mortas de Gógol e supera em muito todas as preocupações da escrita contemporânea.” ― W.G. Sebald
“Suas longas e sinuosas frases me encantam.” ― Imré Kertész
“O tipo de escritor que pelo menos uma vez em cada pá

