| Peso | 530 g |
|---|---|
| Dimensões | 2 × 15 × 22 cm |
| Condição | |
| Formato | |
| Ano | |
| Idioma |
A intensa palavra crônicas inéditas do Correio da Manhã, 1954-1969
R$90,00
- Autor: Carlos Drummond de Andrade
- Editora: Editora Record
- Qtd. Páginas: 359
- Isbn: 9786555879377
- Código Estoque: 275092A
1 em estoque
A intensa palavra reúne, pela primeira vez, crônicas de Carlos Drummond de Andrade originalmente publicadas no antigo jornal carioca Correio da Manhã , entre 1954 e 1969. Esta obra oferece uma imersão profunda na vida cotidiana e poética de Drummond e na história política do Brasil, revelando a percepção singular de um dos maiores poetas, cronistas e contistas da literatura brasileira.
A intensa palavra é uma coletânea inédita de 150 crônicas do poeta, cronista e contista Carlos Drummond de Andrade, nunca antes vistas em livro. Estes textos, publicados entre 1954 e 1969 nas páginas do Correio da Manhã – antigo jornal carioca que, durante a ditadura militar, foi perseguido e fechado em diversas ocasiões –, ficaram por quase três quartos de século no vasto acervo pessoal do autor.
Organizada pelo também cronista Luís Henrique Pellanda, a obra funciona como uma lente que amplia nossa compreensão acerca do tempo e do cotidiano, refletindo a visão de Drummond sobre o século XX. Pellanda observa, no texto de apresentação à edição, que o cronista é, em essência, “um cortejador de acasos”, e que, apesar de o período em que foram escritas estar claramente marcado nas crônicas, Drummond, mesmo à distância no tempo, consegue captar e transmitir nelas problemas e vivências universais e ainda atuais, aproximando-se dos leitores que “estão sempre buscando alguma confluência entre o que leem e o que vivenciam no seu dia a dia. E é justamente nesse terreno fértil e movediço, no qual as coincidências se multiplicam com o avanço das décadas e a evolução da mentalidade de leitores cada vez mais diversos, que uma crônica escrita no Brasil, há setenta anos, pode ganhar novos sentidos”.
A intensa palavra: crônicas inéditas do Correio da Manhã, 1954-1969 chega, assim, em boa hora para os admiradores das obras de Drummond e para os apaixonados por este gênero literário que, como o próprio autor descreve em uma de suas crônicas mais conhecidas – “Fala, amendoeira” (1954) –, é um “ofí

