| Peso | 801 g |
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| Dimensões | 3 × 16 × 23 cm |
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A Cultura Importa
R$91,25
- Autor: Varios
- Editora: Record
- Tradução: Berilo Vargas
- Qtd. Páginas: 460
- Isbn: 9788501061324
- Código Estoque: 281203A
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Início do século XXI. O mundo continua dividido entre uma minoria rica e uma maioria pobre, entre livres e oprimidos. Até mesmo nas democracias mais desenvolvidas, persistem os problemas de desigualdade social. Justificativas tradicionais atribuídas ao imperialismo, às dependências políticas e econômicas e até mesmo ao racismo não se adequam à realidade atual. A cada dia ficam mais fortes teorias que indicam que nos valores culturais de cada país estão as principais razões para que um determinado povo, ou grupo étnico, seja superior a outro. A cultura é determinante e a principal responsável por moldar rumos políticos, econômicos e sociais. Grande parte dos que contribuíram com Lawrence Harrison e Samuel Huntigton, em A Cultura Importa, concordam com essa teoria e acreditam que valores e mudanças de atitude são indispensáveis para o progresso. Com os atentados de 11 de setembro, surgiram inúmeras referências ao trabalho mais recente de Samuel Huntington, O choque das civilizações, onde antecipou: “No mundo pós-guerra Fria as mais importantes distinções entre os povos não são ideológicas, políticas ou econômicas. Elas são culturais”. Entre os 22 autores — pensadores, jornalistas e profissionais de diversas áreas — que participaram de A Cultura Importa e compartilham deste ponto de vista estão Francis Fukuyama, David Landes, Orlando Patterson e Jeffrey Sachs. Acreditam que a mudança de atitude diante de valores culturais estabelecidos é um instrumento básico para o desenvolvimento e abordam temas como a relação entre valores e progresso; a universalidade dos valores e o “imperialismo cultural” do Ocidente; geografia e cultura; a relação entre cultura e instituições; e mudança cultural. David Landes, autor de A riqueza a pobreza das nações, assina o ensaio Quase toda a diferença está na cultura onde afirma que “Max Weber tinha razão. Se a história do desenvolvimento econômico nos ensina alguma coisa é que quase toda a diferença está na cultura”. Já Francis Fukuyama, au

