| Peso | 1027 g |
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| Dimensões | 3 × 16 × 23 cm |
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A Imaginacao Economica – Genios Que Criaram A Economia Moderna E Mudaram A Historia
R$18,75
- Autor: Sylvia Nasar
- Editora: Companhia Das Letras
- Edição: 1
- Tradução: CARLOS EUGENIO MARCONDES DE MOURA
- Qtd. Páginas: 577
- Isbn: 9788535921458
- Código Estoque: 288619B
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Em Busca das Penas PerdidasNo momento em que as nuvens sombrias da crise pairam mais uma vez sobre o mundo globalizado das finanças, este livro representa um sopro de otimismo destemido. A imaginação econômica começa no século XIX, com a descoberta de que a grande maioria da humanidade não estava condenada à pobreza e que tinha a possibilidade de melhorar suas condições econômicas, e termina em sua última linha com uma mensagem clara: “retornar ao pesadelo do passado parece ser cada vez mais impossível”. Sylvia Nasar traça uma espécie de história biográfica dos últimos duzentos anos da economia mundial, desde a época em que ela era a “ciência sombria” até a grande expansão do capitalismo globalizado. Em vez de uma história acadêmica, com a frieza de números, tabelas e estatísticas, temos a história de uma ideia, que nasceu na idade de ouro anterior à Primeira Guerra Mundial, sofreu abalos causados por duas guerras mundiais, pela ascensão de governos totalitários e por uma grande depressão, e reviveu numa segunda idade de ouro, logo após a Segunda Guerra Mundial. Trata-se da ideia de que o capitalismo é, em última análise, um motor de progresso, tal como encarnada na vida e obra dos grandes economistas. Essas vidas e obras são narradas com verve e calor humano, revelando suas qualidades, contradições, preconceitos e idiossincrasias, em constante diálogo com os contextos históricos em que eles cresceram e agiram. Nasar escolheu protagonistas que foram fundamentais para transformar a economia num mecanismo confiável de análise e num instrumento intelectual capaz de solucionar o que Keynes chamou de o problema político da humanidade, ou seja, “como combinar três coisas: eficiência econômica, justiça social e liberdade individual”. E ela conclui que, graças, em grande parte, a esses homens, “a noção de que 90% da humanidade poderia se libertar de seu fado milenar se enraizou durante a era vitoriana em Londres. E de lá se alastrou pelo mundo como ondas num lago, até trans

