| Peso | 450 g |
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| Dimensões | 1 × 16 × 23 cm |
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A Missão de Fazer Discípulos – Nellie Ernestine Horne e Seu Legado Missionário educacional
R$50,00
- Autor: Catarina Maria Costa dos Santos / Cláudia Mércia Eller Miranda
- Editora: Betel Brasileiro
- Qtd. Páginas: 359
- Isbn: 9786599021046
- Código Estoque: 278211A
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A missão de fazer discípulos narra a vida da canadense Nellie Ernestine Horne, missionária e educadora cristã que atuou no Nordeste do Brasil de 1934 a 1983. Seu trabalho pioneiro, apoiado pela Igreja Evangélica Sul-Americana, consistiu em criar e desenvolver método de Betel, escola-internato com o objetivo de capacitar crianças ao desenvolvimento moral, espiritual e competências, expostas e mães. O trabalho de Ernestine resultou, em 1968, na fundação da Escola Bíblica Betel Brasileiro. Jovens para colaborarem com as atividades educacionais, missionárias e culturais. Deste modo, a instituição tornou-se também um espaço para o exercício prático de competências, expostas e mães. O trabalho de referência nacional. As ex-alunas, seguidoras de seu chamado divino e reconhecidas por sua dedicação à causa cristã, a história de muitas delas está registrada neste livro. Ernestine, exemplo de dedicação e consagração a uma geração de príncipes e princesas, deixou legado de fé e esperança para a contemporaneidade.
“Ernestine foi missionária intrepida, pioneira no recingamento de nações para o Senhor, mulher excepcional, que valiosa contribuição para o trabalho evangélico na Paraíba (Rev. W. Direction nos anos de 1930 a 1960).
Ernestine não só tinha bons ensinos sobre as bênçãos de Deus, piedade, integridade moral, evangelização com serviço; procurava trabalhar a vida prática cristã integral. Os presidentes dos ofícios das Igrejas Evangélicas Congregadas Unidas do Brasil.
“Gostaria de chamar a atenção a riqueza de detalhes, uma riqueza de amor, a dedicação missionária do seu trabalho no século XX, esperança de que aquela obra de seus primeiros anos bem como os trabalhos dessa mulher pioneira e de seus companheiros de jornada, bem como da sua contribuição para a história da Igreja Evangélica de Santa Fé, continua sendo uma bênção para o protestantismo no Nordeste do Brasil e as Igrejas Evangélicas Congregadas Unidas (do Brasil).

