| Peso | 260 g |
|---|---|
| Dimensões | 1 × 14 × 21 cm |
| Condição | |
| Formato | |
| Ano | |
| Idioma |
Aparelhos Ideologicos Do Estado
R$32,50
- Autor: Louis Althusser
- Editora: Graal
- Coleção: biblioteca de ciencias sociais – vol. 25 serie politica
- Edição: 2
- Tradução: WALTER JOSE EVANGELISTA
- Qtd. Páginas: 127
- Isbn: 9788521903048
- Código Estoque: 51327B
1 em estoque
Clássico de Louis Althusser sobre a dominação dos trabalhadores pelo Estado e as elites volta às livrarias em momento delicado da política brasileira.
Publicado pela primeira vez em 1970, o breve ensaio “Aparelhos ideológicos de Estado (Notas para uma pesquisa)” representou uma renovação para o marxismo. Nele, o filósofo francês Louis Althusser reafirma sua filiação teórica e dá contribuições inovadoras aos estudos da ideologia, aprofundando o entendimento sobre a dominação do Estado e das classes dominantes sobre os trabalhadores. Seu texto influenciou intelectuais importantes, como Judith Butler, Ernesto Laclau e Slavoj Žižek.
Neste livro, Althusser parte da premissa de que, se uma sociedade capitalista depende de certas condições de produção para existir, faz-se necessário reproduzir tais condições ad infinitum. Tal qual é feita, a gestão da economia pelo Estado não só permite a exploração inerente à luta de classes, mas dispõe também dos meios para conservar essa exploração. Ao revisar a noção marxista de que o Estado seria uma máquina de repressão que garante a extorsão do proletariado pelo burguês, Althusser opta por uma diferenciação entre o poder de Estado e o aparelho de Estado, distinguindo no último um viés repressor (abordagem marxista tradicional) e também um viés ideológico. Assim, ele elabora uma categoria de institucionalização da ideologia necessária ao Estado para garantir a manutenção da ordem vigente. Esses aparelhos extrapolam o uso da força; não que esta passe a ser vista como dispensável, mas também sem configurá-la como único fator de controle.
Nessa dinâmica, o trabalhador nasce e se renova como força de trabalho, convivendo desde sempre com as ideologias que o educam para a reprodução do status quo ― aqui se destaca a figura central da Escola ― e que justificam sua posição na ordem material do mundo. Os aparelhos conformam um sistema que reforça a si mesmo: infunde suas raízes na vida dos indivíduos e, com isso, molda as subjetividade

