| Peso | 470 g |
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| Dimensões | 1 × 16 × 23 cm |
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Binladenistão – um reporter brasileiro na região mais perigosa do mundo
R$17,50
- Autor: Luiz Antônio Araujo
- Editora: Iluminuras
- Qtd. Páginas: 299
- Isbn: 9788573213126
- Código Estoque: 264496A
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“Uma contribuição valiosa e rara para o leitor brasileiro que tenta compreender o que se passa nessa região, que continua sendo um epicentro de instabilidade mundial – e da perplexidade mundial.”
Lourival Sant’Anna
O que saiu errado no Afeganistão e no Paquistão? Por que os talibãs, mesmo afastados do poder, continuam desafiantes? O que ocorreu com a “guerra global ao terror”? Por que Osama bin Laden ainda não foi capturado? Por que cresce nos Estados Unidos o repúdio à “guerra de necessidade” que o presidente Barack Obama herdou de seu antecessor, George W. Bush? Qual é o papel americano, russo, paquistanês e saudita nessa crise? Esta obra, escrita a partir do contato do autor com a região, ajuda a iluminar essas e outras incógnitas de nosso tempo.
Quando os primeiros mísseis Tomahawk atingiram o Afeganistão por ordem do presidente George W. Bush, em 7 de outubro de 2001, Luiz Antônio Araujo era um dos poucos repórteres brasileiros na região do conflito. Durante 29 dias, como enviado do jornal Zero Hora, ele percorreu o Paquistão e chegou à fronteira com o Afeganistão para mostrar o outro lado da tragédia de 11 de setembro: a dos homens, mulheres e crianças apanhados no caminho entre as forças dos Estados Unidos, de um lado, e as do Talibã e da Al Qaeda de Osama bin Laden, de outro. Este livro – o primeiro publicado em nosso país por um jornalista brasileiro que testemunhou, na Ásia, os momentos iniciais daquilo que viria a ser chamado de “guerra global ao terror” – é o resultado desse trabalho.
A derrubada do regime dos mulás e o desmantelamento da estrutura da Al Qaeda no Afeganistão custou aos Estados Unidos dois meses e oito dias. Passados oito anos do 11 de setembro e 30 anos da invasão soviética em solo afegão, a região que o presidente americano Bill Clinton chamou de “a mais perigosa do mundo” continua a atrair a atenção internacional. Luiz Antônio Araujo entrevistou refugiado

