| Peso | 325 g |
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| Dimensões | 3 × 14 × 21 cm |
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Como Sair Do Liberalismo
R$15,00
- Autor: Alain Touraine
- Editora: Edusc
- Coleção: Filosofia Politica
- Tradução: MARIA LEONOR LOUREIRO
- Qtd. Páginas: 159
- Isbn: 9788574600062
- Código Estoque: 160966B
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Até há pouco tempo aplaudido por muitos como grande solução para inúmeros problemas sociais, o liberalismo já não tem nem tão ardorosos defensores, pois seus frutos catastróficos aparecem cada vez mais, espalhando-se por todas as partes do planeta eatingindo sobretudo os menos favorecidos. Se esta constatação é irrefutável, a pergunta que ela necessariamente suscita vem recebendo diferentes tratamentos por parte de sociólogos, historiadores e economistas, como sair do liberalismo? É a pertinência inquietante e cada vez mais urgente desta pergunta que o sociólogo Alain Touraine discute, indicando caminhos que são ao tempo respostas e desfios, destacando um fenômeno que vem se tornando cada vez mais decisivo nas sociedades contemporâneas, a reavaliação culturalAté há pouco tempo aplaudido por muitos como grande solução para inúmeros problemas sociais, o liberalismo já não tem nem tão ardorosos defensores, pois seus frutos catastróficos aparecem cada vez mais, espalhando-se por todas as partes do planeta e atingindo sobretudo os menos favorecidos. Se esta constatação é irrefutável, a pergunta que ela necessariamente suscita vem recebendo diferentes tratamentos por parte de sociólogos, historiadores e economistas, como sair do liberalismo? É a pertinência inquietante e cada vez mais urgente desta pergunta que o sociólogo Alain Touraine discute, indicando caminhos que são ao tempo respostas e desfios, destacando um fenômeno que vem se tornando cada vez mais decisivo nas sociedades contemporâneas, a reavaliação culturalAté há pouco tempo aplaudido por muitos como grande solução para inúmeros problemas sociais, o liberalismo já não tem nem tão ardorosos defensores, pois seus frutos catastróficos aparecem cada vez mais, espalhando-se por todas as partes do planeta e atingindo sobretudo os menos favorecidos. Se esta constatação é irrefutável, a pergunta que ela necessariamente suscita vem recebendo diferentes tratamentos por parte de sociólogos, historiadores e economistas,

