| Peso | 510 g |
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| Dimensões | 2 × 14 × 21 cm |
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Estudos Feministas – por um Direito Menos Machista vol IV
R$50,00
- Autor: aline gostinski / caroline bispo / fernanda martins
- Editora: tirant to blanch
- Qtd. Páginas: 370
- Isbn: 9788594772701
- Código Estoque: 378039A
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“O conjunto de palavras, mobilizado através de lutas inscritas pela diversidade de sentidos que constroem a coleção “Estudos Feministas por um Direito menos machista”, vem através do volume IV se apresentar como resultado de uma proposta coletiva centralizada na temática “Sexismo, Racismo e Desigualdade no Direito brasileiro” fundada desde a inspiração na produção e obra da professora e ativista Sueli Carneiro. Tomadas aqui pelo objetivo em potencializar o conhecimento produzido por mulheres negras que
atuam, estudam, militam e/ou pesquisam n/o campo do direito, a presente obra torna pública a vasta produção de enfrentamentos reais protagonizados por essas mulheres, propondo-se neste contorno como sentido aberto ao reverberar apoio às lutas antirracistas e antissexistas no cenário jurídico-político nacional.
Num país em que a seletividade é marcada pela brutalidade do pacto narcísico dos privilégios racistas, classistas e sexistas forjados
pela distribuição histórica desigual de oportunidades, por mitos que definem sujeitos e pelas marcas de morte assinaladas sobre os corpos da população negra brasileira, em especial contaminadas pelos recortes de gênero, a força de uma escrita tecida enquanto resistência de vida, invariavelmente, só se faz possível através da anunciação de um local político democrático promovido pelas mulheres negras. Essa é a resistência proposta nesta obra ao tomar a sério a pluralidade de vozes que ressoam tons de luta, afeto e compromisso com novas possibilidades de mundo. É através da força duma construção comum, que a luta por direitos como acesso a novos horizontes atravessa as temáticas que aqui se apresentam como nós centrais irrenunciáveis das disputas pela verdade histórica e por horizontes distintos ao da realidade atual brutalmente excludente.
Portanto, o sentido que emerge ao analisarmos os passos percorridos pelas autoras nos demonstra que a produção do conhecimento no Brasil é marcada pelo epistemicídio de tantos saberes não valida

