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Guilherme de Almeida – os Melhores Poemas

R$22,50

LIVRO
  • Autor: Carlos Vogt
  • Editora: Global
  • Coleção: Melhores Poemas V. 28
  • Qtd. Páginas: 112
  • Isbn: 8526003259
  • Código Estoque: 144706A
  • Estado de Conservação: Condição geral: bom, conserva-se em boas condições para o manuseio da leitura em relação ao ano de publicação. Capa/Contracapa: com leves desgastes nas extremidades; com manchas de oxidação; amarelada. Folha de rosto: com manchas de oxidacao. Dorso: pequeno desgastes. Páginas: amareladas pela ação do tempo; amareladas na lateral do miolo. Nada que atrapalhe a leitura.
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    Peso 250 g
    Dimensões 1 × 14 × 21 cm
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    Guilherme de Almeida (Campinas, SP, 1890 – São Paulo, SP, 1969) viveu uma longa fase da história da poesia brasileira, que se estende do período crepuscular que antecedeu o modernismo ao surgimento e consolidação de movimentos como o concretismo ou a poesia praxis, chocantes à sua sensibilidade educada nos velhos clássicos. Foi mais de meio século de atividade, em que o poeta exibiu um raro virtuosismo e domínio da língua, compondo poemas de sabor camoniano (Camoniana, 1956), recriando a atmosfera de velhos romances populares portugueses (Pequeno Romanceiro, 1957), parodiando a poesia grega clássica (A Frauta que eu Perdi, 1924), cultivando o verso parnasiano, simbolista, modernista (Meu, Raça, Encantamento, todos de 1925), mas sem nunca abandonar a nota romântica, predominante ao longo de toda a sua vasta obra. Os seus primeiros livros, anteriores à Semana de Arte Moderna – de Nós (1917) a Era uma Vez… (1922) –, revelam uma poesia de meios-tons, em que o agudo sentimento da beleza se harmoniza com um certo artificialismo, muito ao gosto da sociedade de então. Tanto assim que os seus livros andavam nas mãos de todas as moças. A adesão ao modernismo evidencia um desejo de se ajustar ao gosto do tempo, mas não representa nenhuma mudança significativa em sua obra. Dispensa “a rima e a métrica, mas a alma romântica continua”, observa Carlos Vogt no prefácio Melhores Poemas Guilherme de Almeida. O poeta se manteve fiel às suas tendências pessoais, o que lhe foi muito benéfico. Os seus livros desfrutavam de uma popularidade a que nenhum modernista chegava perto. Essa popularidade se manteve até a última fase de sua obra, caracterizada por uma linguagem mais enxuta, menos rica de emoção, mas na qual ainda se sente, um tanto enfraquecida, a voz do velho romântico.

    SKU: 219031Categorias: Livros, Poemas - PoesiasLoja: Loja Centro
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