| Peso | 633 g |
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| Dimensões | 1 × 20 × 28 cm |
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Malaterre
R$65,00
- Autor: Pierre-Henry Gomont
- Editora: Nemo
- Tradução: renata silveira
- Qtd. Páginas: 188
- Isbn: 9788582865729
- Código Estoque: 361325A
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🏆 Grande Prêmio RTL de história em quadrinhos 2019
🏆 Prêmio Première de romance gráfico 2019
Do mesmo autor da adaptação para os quadrinhos de Afirma Pereira
Gabriel quer comprar de volta a fazenda Malaterre, a propriedade que seus ancestrais construíram no coração da floresta equatorial africana há mais de um século. O objetivo é partir, assentar e reconstruir o que tornou a família Lesaffre tão prestigiosa. Em seguida, pretende entregar a terra a seus filhos.
Desde criança, Gabriel apresenta muitas “qualidades”: é fugidio, mentiroso, beberrão. Nunca demonstrou, no entanto, capacidade para administrar uma propriedade rural. Mesmo assim, Gabriel partiu para o tudo ou nada: tirou os dois filhos mais velhos da mãe e os levou para a África equatorial.
Para os dois jovens adolescentes, tudo foi uma grande novidade. Descobriram a África e uma vida festiva e frívola. Eles também precisaram conviver com os problemas do pai, como a incessante falta de dinheiro, a má administração da fazenda e a insuperável propensão para a bebida.
Pode o sonho africano se dissipar nos vapores do álcool?
“Com certo rigor literário, Pierre-Henry Gomont conta um verdadeiro épico. O destino de um detestável garoto festeiro e egocêntrico que se torna um homem, cheio de falhas, mas cativante e marcante. Malaterre confirma seu verdadeiro talento como contador de histórias, com um estilo ambicioso e extravagante, em suma, à imagem de seu herói.
BDGest
“Com Malaterre, Pierre-Henry Gomont entrega um álbum muito pessoal, que faz uma pergunta central: pode-se admirar e odiar um pai ao mesmo tempo? Rimos e choramos colados neste grande ‘filme’.”
RTL
“Malaterre é magistralmente desenhado. É intenso e às vezes doloroso. Mas você se sente como se tivesse lido um grande livro. O romance gráfico de uma ‘dinastia’ desarrazoada, excessiva, com um caminho sinuoso, mas tão furiosamente viva…”
Le Figaro
“Inspirado na própria vida, Pierre-Henry Gomont expõe admiravelmente em Malaterre um período rico e

