| Peso | 630 g |
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| Dimensões | 1 × 16 × 23 cm |
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Os 120 dias de Sodoma ou a escola da libertinagem
R$80,00
- Autor: Marquês De Sade
- Editora: Iluminuras
- Tradução: alain françois
- Qtd. Páginas: 368
- Isbn: 9788573212457
- Código Estoque: 282264A
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Cento e vinte dias, seiscentas paixões. Quatro meses de libertinagem, quatro classes de vícios. A cada dia, cinco modalidades, somando cento e cinquenta por mês. Para dar conta dessas cifras, uma comitiva formada por quarenta e seis pessoas, distribuídas em oito categorias distintas, das quais sete pertencem à classe dos súditos. Oito meninos, oito meninas e oito fodedores. Quatro criadas e seis cozinheiras. Quatro esposas. Quatro narradoras. Por fim, na classe dos senhores, os quatro libertinos que sempre merecem designação individualizada: Curval, Durcet, Blangis e o Bispo. A esses números — que apresentam ao leitor “a narrativa mais impura já escrita desde que o mundo existe” —, somam-se outros tantos que servem invariavelmente para precisar, com a maior exatidão possível, as atividades levadas a termo no castelo de Silling. (…) Vale lembrar que, assim como o sexo, os números são inequívocas fontes de prazer no mundo do deboche. Eliane Robert Moraes, do prefácio desta edição O romance que o leitor tem em mãos foi objeto de especial estima por parte do marquês de Sade. Tendo dado por perdido o rolo em que o escrevera, ao ser retirado às pressas da Bastilha, às vésperas da Revolução, o autor morreu sem saber que o manuscrito seria mais tarde recuperado, e, finalmente, publicado no início do século XX. A trágica circunstância desse desaparecimento o levou a verter “lágrimas de sangue” conforme suas próprias palavras. Por esse apreço do criador pela criatura, pode-se deduzir o quanto dele está aqui impresso com todas as letras, no limite do fôlego. Maurice Heine, um dos grandes divulgadores da obra sadiana, chegou a afirmar que Sade tentou remediar essa perda em todos os seus escritos posteriores. Ou seja: os despudorados fantasmas de 120 dias de Sodoma rondaram-lhe a mente e a pena até o fim de sua vida. Mas é com o próprio livro, esse “Decamerão” libertino, que o leitor vai se defrontar plenamente nessa nova versão brasileira, rigorosa e afinada com a esc

