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Peregrinações – Lei, Forma, Acontecimento

R$30,00

LIVRO
  • Autor: Jean-francois Lyotard
  • Editora: Estacao Liberdade
  • Tradução: MARINA APPENZELLER
  • Qtd. Páginas: 110
  • Isbn: 9788574480091
  • Código Estoque: 282135B
  • Estado de Conservação: Condição geral: bom, conserva-se em boas condições para o manuseio da leitura em relação ao ano de publicação. Capa/Contracapa: com leves desgastes; com manchas de oxidação. Folha de rosto: com manchas de oxidacao. Páginas: conservadas.. levemente sujo e com manchas de oxidação na lateral do miolo.
  • 1 em estoque

    Peso 273 g
    Dimensões 3 × 14 × 21 cm
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    Convidado para expor sua visão do ato de escrever e do que entendia por teoria crítica nas famosas Wellek Library Lectures da Universidade da Califórnia, em Irvine, acompanhamos aqui um Jean-François Lyotard chegando à conclusão que é um exercício vão querer fazê-lo, algo como a quadratura do círculo. O que ganhamos com esta obra, no fim, são cerca de cinqüenta anos de caminhos e descaminhos entre literatura, estética, ética e engajamento político. Lyotard discorre sobre o juízo do gosto em Kant, estabelece um paralelo entre este e Cézanne, “a pureza do sentimento estético”, enveredando pela ótica da independência do sentimento estético em relação ao conceito e ao interesse (a passividade sem páthos do artista, “exatamente o contrário da atividade controladora do espírito”). Aborda Hegel, Nietzsche, Heidegger, Wittgenstein, Lacan, alicerces irremovíveis. Marca também sua posição frente ao reino das letras – por meio de Hölderlin, marca indelével, Claude Simon, Peter Handke. O grande confronto não é apenas filosófico, mas político também (é o não a continuação da mesma coisa?). Debruça-se sobre as décadas de militância, os embates com o stalinismo; Rosa Luxemburgo, Trotski, Lênin, são comentados pelo viés de um longo embate com seu colega mais “ortodoxo” do grupo Socialismo e Barbárie. Memorial de tempos revolutos, singela homenagem também a um companheiro revolucionário que tomara outros rumos – mas na verdade era o século, “o grande século do marxismo”, que tomava outros rumos. E o que resta, no fundo, é um brado à amizade, à divergência na amizade, uma peregrinação humanista.

    SKU: 355664Categorias: Filosofia, LivrosLoja: Loja Centro
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