| Peso | 592 g |
|---|---|
| Dimensões | 2 × 14 × 21 cm |
| Condição | |
| Formato | |
| Ano | |
| Idioma |
Tecnopolíticas da Vigilância – Perspectivas da Margem
R$50,00
- Autor: Fernanda Glória Bruno / Bruno Cardoso / Marta Kanashiro / Luciana Guilhon / Lucas Melgaço
- Editora: Boitempo
- Coleção: Estado de Sitio
- Edição: 1
- Tradução: Heloisa Cardoso
- Qtd. Páginas: 427
- Isbn: 9788575596623
- Código Estoque: 245209A
1 em estoque
A Boitempo lança a coletânea Tecnopolíticas da vigilância, organizada por Fernanda Bruno, Bruno Cardoso, Marta Kanashiro, Luciana Guilhon e Lucas Melgaço, livro que contempla os resultados das pesquisas e dos debates promovidos pela Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade (Lavits), que opera, desde 2009, como um importante núcleo de reflexão do Sul global sobre as práticas e as instâncias da vigilância. A edição traz ainda textos traduzidos para o português de autores renomados no âmbito internacional das discussões sobre vigilância, entre eles o clássico “Big Other: capitalismo de vigilância e perspectivas para uma civilização de informação”, da professora da Harvard Business School Shoshana Zuboff. O livro analisa tanto o desenvolvimento de novas formas de vigilância e controle quanto a experimentação de resistências e subversões que dialogam com elas. O desenvolvimento tecnológico em torno da captação, do processamento, do armazenamento e da correlação de dados produziu novas formas de vigiar e ser vigiado. Desde as câmeras de vigilância, o rastreamento de compras e as operações algorítmicas nas tecnologias digitais até o uso de chips e drones, as teias da vigilância se alastram, tornando-se não somente temidas, mas também banalizadas, naturalizadas e muitas vezes desejadas. A obra está dividida em quatro partes: “Governamentalidade e neoliberalismo”, na qual autores renomados como Rodrigo José Firmino e a já mencionada Shoshana Zuboff discutem as implicações do uso de dados obtidos por máquinas de vigilância na esfera pública; “Cultura da vigilância”, em que os artigos se debruçam nos efeitos da hiperexposição do “eu” em mídias sociais; “(In)visibilidades”, tendo o uso de drones como principal tema e uma entrevista com o arquiteto e urbanista Paulo Tavares sobre a dimensão forense da arquitetura; e “Tecnoresistências”, que reúne casos em que as novas tecnologias são subvertidas para outros fins, como o mapeamento do espaço urban

